quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Sugestão de atividade pedagógica: Higiene Pessoal


Atividades criadas com o uso do Power Point pelas alunas Cleide Cunha e Daniele da Silva. (LEEsp 2011) O material está configurado para ser uma aula interativa com apoio do computador, utilizando-se o recurso de links. 















































TUTORIAL DO HeadMouse 3.1


O tutorial foi elaborado pelo grupo Grupo: Jéssica, Jucelein, Laura, Michele (turma 2012) no primeiro semestre de 2015. 




Tutorial
Baixar em: http://www.baixaki.com.br/site/dwnld49503.htm
O programa foi projetado e desenvolvido para Windows XP, Windows Vista e Windows 7.

Instalação do programa
O que é o HeadMouse?
É um programa gratuito que substitui o mouse convencional em um computador, permitindo controlar o movimento do cursor usando pequenos movimentos da cabeça, e realizar as ações de “selecionar” e “clicar”, mediante gestos da face do usuário, como: abrir e fechar a boca, mover a cabeça, as sombrancelhas ou piscar.
O Headmouse foi especialmente projetado para ser utilizado por pessoas que não possam manusear um mouse convencional, tais como: tetraplégicos.
Para sua utilização é necessária uma WebCam USB e câmeras de computadores portáteis, que permitam capturar vídeo com uma resolução mínima de 640x480 a 30 fps e que envie os dados em formato RGB, YUV420 o YUV422.

O processo de instalação é simples, rápido e gratuito:
  1. Acessar o site http://www.baixaki.com.br/site/dwnld49503.htm;
  2. Escolher o idioma;
  3. Aceitar a licença de uso;
  4. Indicar o diretório (pasta) de destino que irá receber a instalação do programa.
Observação: não aceitar as sugestões de barra de ferramentas e outras opções, como por exemplo: o antivírus que o site sugere durante a instalação, pois podem danificar o funcionamento do computador.
A WebCAM deve ficar posicionada acima do monitor, mas também pode ser colocada abaixo do mesmo. Já as câmeras de notebook, não precisam ser ajustadas, pois já se configuram na posição correta automaticamente.
Observação: é importante que o rosto do usuário apareça o mais centrado dentro da imagem capturada tanto na Webcam, quanto no notebook.

Passo a passo de como utilizar o programa:
  1. Uma vez iniciado o HeadMouse, a imagem do usuário aparece na tela para detectar (calibrar) automaticamente seu rosto. Portanto, para ativar o programa, basta não mover a cabeça até que se preencha o indicador de progresso de calibração. Quando estiver completo, o Headmouse estará ativado.
  2. Depois de ativado, aparecerá a imagem minimizada do usuário no canto inferior direito do computador, juntamente com as opções do menu principal do programa, que permite o acesso a todas as opções de configuração, em que as principais são: movimentos, sistema e cliques.
A imagem abaixo, exemplifica as funções das opções do menu principal:


1. Botão de ocultar: oculta temporalmente a janela principal. Reaparece após 10 segundos ou ao sair do menu principal.
2. Botão de saída: permite fechar e sair do programa.
3. Botão de configuração de clique: permite o acesso direto ao menu clique.
4. Botão de configuração do movimento do cursor: permite o acesso direto ao menu de movimento.
5. Botão de menu de configuração do sistema: permite acessar o menu do sistema.
6. Botão de informações: permite acessar a janela de informação do programa.
7. Calibração: realiza-se uma nova calibração.

Configuração dos movimentos:
Na janela dos movimentos do cursor, o usuário pode configurar: a orientação da imagem da webcam, o tipo de movimento do cursor, a precisão do movimento e a velocidade de deslocamento do cursor.

Configuração do sistema:
Na janela de configuração do sistema, o usuário pode selecionar o idioma, ativar ou desativar o som, o tamanho da janela principal, o auto - início e o tempo para calibrar o rosto do usuário (a cada 30 segundos ou reinicia a cada vez que sai do modo de pausa).

Configuração dos cliques:
Na janela de configuração do clique, o usuário pode realizar a simulação de todas as opções de clique que o mouse permite, através de um único evento de clique realizado com a boca, olhos ou por temporização.
Durante a execução do programa, o mouse convencional pode ser usado em conjunto com o HeadMouse, pois ao mover o mouse físico, o programa cede momentaneamente o controle do cursor, permitindo que outra pessoa possa ajudar o deficiente físico em alguma atividade mais especifica, ou mesmo, para auxiliar no treinamento de uso deste programa. Depois de alguns segundos sem mover o mouse físico, o Headmouse recupera o controle do cursor.



Avaliação do grupo sobre o programa:
O HeadMouse tem por finalidade auxiliar pessoas com graves comprometimentos motores, substituindo a função do mouse por movimentos da cabeça, olhos, boca e sobrancelhas, que se enquadram dentro das especificidades de cada deficiência motora.
Este programa possui as vantagens de ter um acesso fácil, gratuito e simples de executar. O HeadMouse também é acompanhado por um manual didático, com explicações bem elaboradas e compreensíveis, assim, se tornando acessível para os usuários que precisam utilizar desse recurso.
A dificuldade encontrada na execução do programa foi de controlar o mouse através dos movimentos faciais, já que não temos nenhum comprometimento motor, e por ser nosso primeiro contato com um programa que foi produzido para o público alvo da educação especial.
Também encontramos dificuldades em reabrir o programa, sendo necessário reiniciar o computador toda vez que fechávamos o HeadMouse, devido a falta de reconhecimento da câmera do notebook. Portanto, não sabemos se este equívoco pode ocorrer nos demais computadores também.
Como aspectos pedagógicos, o programa oferece recursos de acesso não somente às funções do próprio computador, mas também, de diferentes sites, possibilitando assim, a função de leitura, da visualização de imagens e da execução de vídeos e áudios.
Portanto, concluímos que este instrumento faz parte da classificação de tecnologias de ensino e aprendizagem colaborativa.
Observação.

Para o uso em notebook a câmera deve estar aberta antes de abrir o programa, pois só assim ele reconhecerá a webcam.

Turtorial Mec Daisy 1.0

Tutorial elaborado pelos alunos da turma 2012 (LEEsp) no primeiro semestre de 2015. 

Programa baixado em: http://www.cegueta.com/download/categoria/36 

O MecDaisy foi desenvolvido pelo Ministério da Educação em parceria com o Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro - NCE/UFRJ, o mesmo do DOSVOX.
Segundo o site o programa trata-se de um leitor de livros digitais completos e fácil de usar, possui uma interface contrastante e com botões de reprodução do livro bastante acessíveis, facilitando a vida tanto dos usuários cegos quanto dos usuários com baixa visão.
Ainda em relação à interface do programa o que chama atenção são as várias opções de configurações.


Processo de instalação: o processo de instalação é simples no site: <http://www.cegueta.com/download/categoria/36> a pessoa instala o programa sem maiores dificuldades.
O idioma: o programa encontra-se em português, porem existe a leitura no inglês.

Passo a passo de como utilizar o programa:

  1. Aceitar a licença de uso.
  2. Indicar o diretório (pasta) de destino que irá receber a instalação do programa.
Observações:
O site baixa somente o programa sem outros programas embutidos juntos.
No mesmo site que se baixa o programa o mesmo informa que o programa vem com dois exemplares de leitura de voz, entretanto os mesmo não foram encontrados.
  1. Uma vez iniciado o MecDaisy, o usuário verá uma barra de tarefas, ao passar o mouse por ela o controle de voz fala o que cada ícone representa.


  • As setas: elas servem para mudanças de páginas e para o play.
  • Livro: função para selecionar o/os livro/s que serão descrito/s.
  • Incide do livro: localiza-se ao lado do ícone livro, serve para a escolha de capítulos.
  • Lupa: tem função de pesquisar palavras ou trechos que estão dentro do livro selecionado.
  • Configurações: serve para fazer configurações como alterar a cor, contraste para facilitar a leitura de pessoas com baixa visão, letra, tamanho da letra cor e fonte, som entre outros.
  • Informações sobre o livro: o ícone I informa título do livro, informações do mesmo como autor e ano que foi escrito.
  • Ponto de interrogação (ícone de ajuda): neste ícone encontram-se as opções de ajuda, com as caracterizações do programa e os atalhos.

Avaliação do grupo:
Finalidade do programa: o programa tem a finalidade de uma leitura por voz para pessoas cegas ou com baixa visão.
Observando esse quesito o grupo analisou que o mesmo cumpre com as suas funções de leitura para pessoas cegas, e o contraste para pessoas com baixa visão.
Facilidade: o programa realiza leituras detalhadas para as pessoas cegas e com baixa visão.
Dificuldades: o manual referente a ajuda, explica a forma de utilização do programa porem a explicação é confusa e incompleta, apresentando atalhos e opções que não funcionam com facilidade ou apresentando lacunas.
Outra dificuldade encontrada foi referente a leitura do livro, a mesma apresenta-se robotizada dificultando o entendimento das palavras e/ou das frases.
Houve uma grande dificuldade para encontrar os livros, pois os mesmos não foram baixados no programa como o site falara, além de o grupo ter tido muita dificuldade para baixar os livros e posteriormente colocá-los no programa para que sua leitura fosse feita.
Outro problema encontrado foi referente a pausa, o programa não pausa a leitura facilmente, deve-se clicar em uma combinação de teclas sugeridas no manual, porem ao ser testado a combinação de teclas a mesma não funcionou adequadamente, não pausando a leitura ou levando-a para o final ou começo do livro.
Contribuições pedagógicas: A maior contribuição pedagógica do programa é a leitura para pessoas cegas e com baixa visão.
Observação: Visto que o programa apresenta várias dificuldades, já citadas acima o grupo procurou dentro do mesmo site outro programa que tivesse a mesma função do Mec Daisy e foi encontrado o programa DDRReader + Beta o programa apresenta uma versão mais atual e facilitado do programa de leitura para cegos e pessoas com baixa visão, tendo um bom contraste e uma forma mais simples de procurar os livros, além de ter funções mais facilitadas como a pausa, outro fator relevante a ser citado é a voz do leitor, que fornece uma melhor compreensão do ouvinte, oferecendo um tom de voz bom e claro, a única dificuldade encontrada no mesmo é que o layout de voz inicial encontra-se em inglês e não há tradução, porem a escrita encontra-se em português.



Quem Somos?


Olá, sejam bem vindos!

O Blog faz parte de um projeto que envolve ensino, pesquisa e extensão do Laboratório de Ensino em Tecnologia Assistiva (LETA) do curso de Licenciatura em Educação Especial da UFSCar, que tem como objetivo compartilhar e divulgar exemplos de atividades pedagógicas, conhecimento, pesquisas, tutoriais, recursos, materiais, esclarecimentos e novidades sobre Tecnologia Assistiva, elaborados durante as disciplinas sobre essa temática do curso. Nele é possível encontrar diversas atividades dos alunos da Licenciatura em Educação Especial, além de informações sobre o curso e disciplinas ministradas sobre Tecnologia Assistiva. 

Equipe do Blog:

Profª Drª Adriana Garcia Gonçalves- docente do Departamento de Psicologia e das disciplinas de Tecnologia Assistiva da Licenciatura em Educação Especial- UFSCar.Dra. Carla Ariela Rios Vilaronga- pedagoga da Licenciatura em Educação Especial- UFSCar
Talissa Lopes Ferreira aluna da Licenciatura em Educação Especial e pesquisadora da temática. 












Como nasceu o Blog

Os materiais e recursos que serão disponibilizados nesse Blog, são a construção coletiva das disciplinas que envolvem conteúdos acerca de Tecnologias aplicadas à Educação Especial do curso de Licenciatura em Educação Especial. Aqui colocaremos recursos construídos pelos alunos no decorrer da disciplina, tutoriais, imagens de recursos de visitas técnicas e exemplos de materiais de Tecnologia Assistiva.


Conheça as ementas das disciplinas:

Tecnologias aplicadas à Educação Especial I: Informação e comunicação 


Objetivos gerais: Estudar as tecnologias para a comunicação da informação; meios de registros da informação; meios de divulgação da informação, e ferramentas de tecnologia de comunicação da informação (rede computacional, Internet, etc.).

Ementa: Introdução ao estudo das tecnologias para a comunicação da informação, meios de registros da informação, meios de divulgação da informação e ferramentas de tecnologia de comunicação da informação (rede computacional, Internet, etc.).

Carga Horária: 2 créditos teóricos e 2 créditos práticos

Referências bibliográficas: 

Básica: 
LEVY, P. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999 (demais edições).

SMITH, Deborah Deutsch. Introdução à educação especial: ensinar em tempos de inclusão. [Introduction to special education: teaching in an age of opportunity]. Sandra Moreira de Carvalho (Trad.). 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 593 p.

STAINBACK, S.; STAINBAK, W. Inclusão um guia para educadores. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.

Complementar: 

BOWE, F. G. Universal Design in Education: Teaching Nontraditional Students. Westport(Conn): Bergin & Garvey, 2000.

CARVALHO, R. A. (Orgs). Pessoa com deficiência na sociedade contemporânea: problematizando o debate. Cascavel: EDUNIOESTE, 2006.

FREIRE, F.M.P. O computador em sala de aula: articulando saberes. Campinas, S.P: UNICAMP/NIED, 2000.

FREIRE, F. M. P; VALENTE, J. A. (Orgs.). Aprendendo para a vida: os computadores na sala de aula. São Paulo: Cortez, 2005.

MALE, M. Technology for Inclusion. Meeting the special needs of all students. Boston: Allyn and Bacon. 2003

VALENTE, J.A. O computador na sociedade do conhecimento. Campinas: UNICAMP/ NIED, 1999.

VALENTE, J. A. Liberando a mente: computadores na educação especial. Campinas: Gráfica Central da Unicamp, 1991.

RAIÇA, D. (Orgs). Tecnologias para a Educação Inclusiva. São Paulo: Cortez, 2009.

SILVA, J.M.; MACHADO, E.V; REZENDE, F.A. Ler, ouvir e compreender com as tecnologias da informação e comunicação (TIC) na perspectiva de inclusão. Brasilia: LGE Editora, 2008.

Tecnologias Assistivas nas escolas: recursos básicos de acessibilidade sócio-digital para pessoas com deficiência. Disponível no site: www.assistiva.org.br.



Tecnologias aplicadas à Educação Especial II: tecnologia assistiva

Objetivos gerais: Estudar, analisar e propor utilização de tecnologia assistiva.

Ementa: Análise da área de Tecnologias Assistiva (TA) e seu uso com crianças e jovens com necessidades educacionais especiais em idade escolar. Estudo dos modelos teóricos que fundamentam o uso apropriado dos sistemas de TA, da eficácia dos recursos, diretrizes para seleção, implementação, uso e monitoração dos recursos de TA.

Carga Horária: 2 créditos teóricos e 2 créditos práticos

Referências bibliográficas:

Básica:
MENDES, E. G.; ALMEIDA, Maria Amélia; HAYASHI, Maria Cristina P I. (Orgs.). Temas em Educação Especial: conhecimentos para fundamentar a prática. 1. ed. Araraquara: Junqueira&Marins, 2008. v. 1. 471 p.

NUNES, L.R.O.P. et al. (org.). Comunicar é preciso: em busca das melhores práticas na educação do aluno com deficiência. Marília: ABPEE, 2011. SMITH, D.D. Introdução à educação especial - Ensinar em tempos de inclusão. Porto Alegre: Artmed, 2008.

Tecnologias Assistivas nas escolas: recursos básicos de acessibilidade sócio-digital para pessoas com deficiência. Disponível no site: www.assistiva.org.br.

Complementar:
BRASIL. Lei Federal 10.098. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Brasília: 2000.

BRASIL. Portal de ajudas técnicas para educação: equipamento e material pedagógico especial para educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência física. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2007.

CAPOVILLA, Fernando C. Pesquisa e desenvolvimento de novos recursos tecnológicos para educação especial: boas novas para pesquisadores, clínicos, professores, pais e alunos. Boletim Educação/ UNESP, n. 1, 1997.

COOK, A. M.; HUSSEY, S. M. Assistive Technologies. Principles and Practice. St. Louis, Missouri: Mosby, Inc. 2002.

FUHRER, M.J.; JUTAI, J.W ; SCHERER, M.J.;DERUYTER, F. A framework for the conceptual modeling of assistive technology device outcomes. In Disability and Rehabilitation; Vol.25, no.22, 1243 –1251. 2003.

JUDGE, S. L; PARETTE, H. P. Assistive Technology for young children with disabilities. A guide to family- centered services. Cambridge, Massachusetts: Brookline Books. 1998. 108

JUTAI, J. W. Occupational Therapy and assistive technology: the research challenge. The Israel Journal of Occupational Therapy. Israel. 2002.

KING, T. W. Assistive Technology: essential human factors. Allyn & Bacon. 1999

 LAUAND, G.B.A. Fontes de informação sobre tecnologia assistiva para favorecer a inclusão escolar de alunos com necessidades especiais. 2005. 217 f. Tese (Doutorado em Educação Especial (Educ. do Indivíduo Especial)) - Universidade Federal de São Carlos. São Carlos.

LAUAND, G.B.A.; MENDES, E. G.. Tecnologia Assistiva: uma proposta de caracterização e classificação. In: Almeida, M.A.; Mendes, E.G.; Hayashi, M.C.P.I.(Orgs.). (Org.). Temas em Educação Especial: múltiplos olhares. Araraquara: Junqueira & Marin Editores, 2008. v. , p. 392-402.

LAUAND, G.B.A. ; MENDES, E. G. Recursos de tecnologia assistiva para individuos com disfunções motoras: atividades da vida diária, dispositivos computacionais e lazer. In: Reunião Científica do VII Curso de Especialização em Intervenção em Neuropediatria, 2009, São Carlos.

LENKER, J.A.; PAQUET, V. L. A New Conceptual Model for Assistive Technology Outcomes Research and Practice. In Assistive Technology. RESNA- Rehabilitation Engineering and Assistive Technology Society of North America. Vol.16:1–10. 2004.

MALE, M. Technology for Inclusion. Meeting the special needs of all students. Boston: Allyn and Bacon. 2003 Portal Nacional de Tecnologia Assistiva. www.assistiva.org,br. Acesso em 29/09/2011.

Informações sobre o Curso de Licenciatura em Educação Especial - UFSCar


A Educação Especial, como área de conhecimento, dispõe serviços humanos e materiais para o atendimento das necessidades do Público Alvo da Educação Especial (PAEE), sendo estes estudantes com deficiência (sensoriais, físicas e intelectual), transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
Por via legal e por seu caráter inclusivo, o atendimento da Educação Especial está previsto no sistema comum de ensino, e em determinados casos, em sistemas especiais, com o objetivo de promover respostas às necessidades educacionais (permanentes ou temporárias) do PAEE.

Com esta atuação, procura-se:

ü  Garantir a transversalidade da/na Educação Especial;
ü  O atendimento educacional especializado;
ü  A continuidade da escolarização nos níveis mais elevados do ensino;
ü  A formação de professores para o atendimento especializado;
ü  A acessibilidade a locais e bens de consumo; nas comunicações e informações e a articulação intersetorial na implementação das políticas públicas.

Fonte: PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL (Arquivo de maio de 2012)

 Acesse o link e saiba mais sobre o curso